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Eficiência dos vaporizadores de essências secas

em Dec 01, 2015

Na postagem de hoje gostaria de lhes contar sobre a  eficiência dos vaporizadores. Todo mundo gosta de falar sobre a produção de vapor, o que é claro, é um fator importante quando realizar uma compra, mas outro fator igualmente importante é a eficiência de um vaporizador. Quando falo sobre a eficiência me refiro a que tão bem um vaporizador extrai os ingredientes medicinais das essências sem alcançar a temperatura de combustão. Geralmente nos perguntam como sabemos quando uma sessão deve concluir sendo que os materiais não estão queimados; o que vão ver é uma mudança na cor das essências já que estas se secam quando o vapor tenha sido totalmente extraído. A eficiência da extração é uma parte crítica desta questão e alguns vaporizadores são superiores do que outros. Quando vaziar o recipiente para essências poderá ver uma cor uniforme do material. Os vaporizadores de má qualidade deixarão partes do material queimadas nos pontos mais próximos ao aquecedor enquanto o centro da essência pode estar sem vaporizar.

 

Os vaporizadores por convecção são naturalmente mais eficientes em termos do uso do material comparados com os vaporizadores por condução. Isto se deve a que com o sistema de aquecimento por convecção o material não está constantemente sendo aquecido. Como temos discutido em postagens anteriores os vaporizadores por convecção aquecem o ar em lugar do material. Este ar que passa pelas essências extrai o vapor, pelo que se você não estiver inalando, não haverá produção de vapor. A única desvantagem deste método de aquecimento é que a velocidade da inalação pode afetar a produção do vapor. Enquanto mais devagar inalar, o ar aquecerá por mais tempo e em consequência produzirá mais vapor. Inalações mais rápidas resultarão em um menor aquecimento no fluxo de ar e um vapor menos visível.  De qualquer forma, os vaporizadores por convecção tendem a ser mais eficientes no consumo das essências pelo simples fato de não aquecer o material quando não se está inalando. Alguns bons exemplos destes vaporizadores são o Crafty e o Mighty (da Storz and Bickel), e o Firefly que oferecem um incrível sabor e uma produção de vapor instantânea.

 A eficiência do vaporizador é inclusive mais importante ao considerar os vaporizadores por condução. Estas unidades criam vapor ao esquentar os materiais no compartimento onde as essências estão em contato direto com o aquecedor. É muito importante que os materiais que estão perto da resistência não alcancem as temperaturas de combustão. Os vaporizadores por condução tendem a produzir um vapor mais denso e robusto em comparação com as unidades por convecção. Uma desvantagem dos vaporizadores por condução é que para que funcionem adequadamente o compartimento para essências deve ser preenchido por completo. Pelo que ter uma unidade com compartimento grande significará que deverá usar mais material e realizar sessões mais compridas. O motivo pelo que o compartimento deve ser preenchido por completo é para garantir uma distribuição uniforme do calor através dos materiais. Se estiver preenchido até a metade o calor não se distribuirá bem e resultará em uma produção de vapor fraca. O vaporizador portátil mais popular e no momento um dos mais vendidos é o Pax 2, uma unidade compacta e sofisticada com sistema de aquecimento por condução. 

É importante considerar sempre diferentes fatores ao adquirir um vaporizador. É este o seu primeiro vaporizador? Se for o caso, recomendamos adquirir uma unidade fácil de usar como o Pax 2 que produzirá muito vapor. Optar por um vaporizador eficiente e de alta qualidade significa que obterá os melhores resultados das suas essências secas. Fique ligado na nossa próxima postagem onde falaremos mais sobre o desempenho e produção de vapor.

Namaste Kory

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